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Falando sobre queijos / Tipos de queijos



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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Queijo é um alimento sólido feito a partir do leite de vacas, cabras, ovelhas,búfalas e/ou outros mamíferos. O queijo é produzido pela coagulação do leite. Isto é realizado, em uma primeira etapa, pela acidificação com uma cultura bacteriana e em seguida, empregando uma enzima, a quimosina (coalho ou substitutos) para transformar o leite em “coalhada e soro“.[1] A bactéria precisa que o processamento da coalhada desempenham um papel na definição da textura e sabor da maioria dos queijos. Alguns queijos apresentam também bolores, tanto na superfície externa como no interior.

Existem centenas de tipos de queijos produzidos em todo o mundo. Diferentes estilos e sabores de queijo são o resultado do uso do leite de diferentes mamíferos ou com o acréscimo de diferentes teores de gordura, empregando determinadas espécies de bactérias e bolores, e variando o tempo de envelhecimento e outros tratamentos de transformação. Outros fatores incluem a dieta animal e a adição de agentes aromatizantes tais como ervas, especiarias, ou defumação. A condição de pasteurização do leite pode também afetar o sabor final. O amarelo e o vermelho usados para colorir muitos queijos é o resultado da adição de colorau. Os queijos são consumidos puros ou como ingrediente de pratos diversos. A maioria dos queijos derretem ao serem aquecidos.

Para alguns queijos, o leite é coalhado acrescentando ácidos como o vinagre ou sumo de limão. A maioria dos queijos, no entanto, é acidificada, em menor grau por bactérias, que transformam os açúcares do leite em ácido láctico, seguido pela adição de coalho para completar a coagulação. O coalho é uma mistura de enzimas obtida tradicionalmente a partir do revestimento do estômago de bovinos jovens, mas agora também produzida em laboratório. Em Portugal a coalhação é efectuada predominantemente utilizando a flor do cardo (C. cardunculus spp. flavescens), do gênero Cynara. Atualmente existem alternativas vegetarianas para o coalho; a maioria delas obtida pela fermentação do fungo Mucor miehei.

O queijo é um bom complemento alimentar. É valioso por ser de fácil transporte, ter longa durabilidade e alto teor de gordura, proteína, cálcio e fósforo. O queijo é uma forma mais compacta de nutrição e tem uma validade mais longa que a do leite do qual ele é feito. Os produtores de queijos podem instalar-se próximos ao centro de uma região leiteira e beneficiarem-se do rápido acesso ao leite fresco, dos preços mais baixos do leite e das despesas menores com o transporte. A longa durabilidade do queijo faz com que o produtor possa armazená-lo e vendê-lo quando os preços estiverem altos ou quando necessitar de dinheiro.

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A origem da palavra queijo parece se encontrar no latim popular caseus.[2] A fonte mais antiga é provavelmente da raiz proto-indo-europeia *kwat-, que significa “fermentar, tornar ácido”. Em português, a moderna palavra queijo surgiu por intermédio do espanhol queso, do ano 980, documentado em português sob a forma queso em 1188. Os derivados requesón e requeijão surgem no século XVI. No século XIX, por via culta, usou-se do elemento regular, de composição casei-, nos neologismos caseína, caseiforme, caseoso, etc. As palavras romena caş e a italiana cacio são também de origem latina; por sua vez a palavra em língua malaia e indonésia keju é derivada da portuguesa “queijo”.

Na língua inglesa, a moderna palavra cheese vem de chese (em inglês médio) e cīese ou cēse (em inglês antigo). Palavras similares são compartilhadas por outras línguas germânicas ocidentaisfrísio ocidental tsiis, neerlandês kaas, alemão Käse, alto alemão antigo chāsi — todas elas provavelmente vindas da raiz germano-ocidental *kasjus, que por sua vez é anteriormente derivada do latim.

A raiz celta que forma a palavra irlandesa cáis e a galesa caws são também relacionadas.

Quando os romanos iniciaram a produção de queijos duros para o suprimento de seus legionários, uma nova palavra começou a ser usada: formaticum, do latim caseus formatus, ou “queijo moldado”. É a partir dessa palavra que derivou a palavra francesa fromage, antes formage, a italiana formaggio, catalã formatge, bretã fourmaj e provençal furmo.

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Entenda e aprenda o passo a passo para maturar um queijo em casa

Eduardo Avelar

Hoje em Dia – Belo Horizonte / Eduardo Avelar escreveu / entenda e aprenda o passo a passo para maturar um queijo em casa.

A relação entre os mineiros e o queijo não está apenas no aperitivo, no acompanhamento ou na harmonização. Ele faz parte da família, é tradição, é raiz e, talvez, o filho mais velho da casa. A tradição, passada de geração para geração, faz do queijo o ‘Rei de Minas’. Rico em sabor, ele apresenta características únicas respeitando cada terroir. Em Minas, muito se fala de maturação, mas, afinal, o que são queijos maturados, onde encontrá-los e como realizar o processo cura em casa?

Queijos maturados

São queijos que passaram pelo processo de envelhecimento. Uma camada de bolor e fermento cresce envolta do queijo, fazendo com que o mesmo perca umidade e tamanho. Nesse momento que o queijo desenvolve sua personalidade, tornando-se macio e, às vezes, doce.

“Curar um queijo significa mudar todas suas características e essa transformação é marcante quanto ao seu peso, cor, aroma e, principalmente, sabor. Um simples queijo fresco, típico mineiro, pode se tornar tão potente em sabor e aromas quanto um parmesão ou um pecorino, famosos queijos curados italianos”, ressalta o professor e chefe de cozinha Marcos Vinícius Monteiro.

Entre os maturados mineiros, destacamos o tradicional Serro, registrado como patrimônio imaterial brasileiro, encontrado e comercializado no território do Espinhaço. O queijo Canastra, patrimônio mineiro, produzido há mais de 200 anos; o Araxá de cura suave e sabor complexo; e o Salitre, produzido no município de Serra do Salitre, localizado na região do Cerrado, trazem como diferencial uma resina amarela, colocada pelos produtores para proteger a peça durante o processo de maturação.

Para falar sobre uma das mais antigas formas de conservação de alimentos que se tem conhecimento, Monteiro se vale do dito popular: “o tempo cura qualquer coisa”.

“Estamos lidando com séculos de história. Quando o homem, desprovido de tecnologias modernas como refrigeradores ou freezers, descobriu formas de preservar alimentos para fazê-los durar durante as estações do ano, até a próxima safra de um vegetal ou até a melhor época de caça de um animal, foi uma revolução. O bacalhau salgado, dieta comum nas caravelas portuguesas do século XVI, e hoje em dia presente em nossas mesas em datas festivas ou religiosas, é um dos melhores exemplos do processo de cura” destaca.

Entenda o que é curar um alimento e o processo para realizar essa técnica em casa, segundo Marcus Monteiro

O que é curar um alimento?
A definição culinária para o termo curar é: “submeter um alimento a métodos tais como a salga, defumação, marinada etc, para preservá-lo”. Cada técnica possui um fim em cada tipo de alimento, mas alimentos curados ou preservados fazem parte da nossa mesa e em qualquer mercado se encontram diversos tipos de conservas enlatadas, alimentos salgados ou defumados. E quanto aos queijos? Tanto se fala de queijos curados, queijos meia-cura, curas de 3, 6 ou mais meses. Em qualquer mercado nas cidades mineiras é comum encontrar queijos com essa classificação. E esse status não somente acarreta um título ao queijo, mas seu valor aumenta quando passa por essa transformação.

Após essa breve abordagem histórica, vamos tratar do tema queijo curado. Curar um queijo significa mudar todas suas características e essa transformação é marcante quanto ao seu peso, cor aroma e principalmente sabor. Um simples queijo fresco típico mineiro pode se tornar tão potente em sabor e aromas quanto um parmesão ou um pecorino, famosos queijos curados italianos.


Fique atento


Quanto for a hora de comprar os queijo leve em consideração as características abaixo das peças:

– Serro: Na hora de comprar atente-se para a casca. Ela deve ser rígida e fina e a massa, compacta.
– Canastra: O aroma lácteo deve ser suave. Isso é o indicador de qualidade. Evite cascas rachadas e pontos de mofo no tom avermelhado.
– Araxá: A casca não deve apresentar fissuras e sua cor deve ser amarela de tonalidade clara. Já a massa deve ser compacta e sem muitos furinhos.
– Salitre: Esse é o momento de confiança. A resina de fato protege o queijo, então, ninguém melhor que o vendedor e/ou produtor para dizer o tempo de maturação. Quanto mais velho o queijo, mais intenso e ácido será.


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Como fazer o queijo meia cura em casa

Queijos quem não entende nada sobre eles tem que se informar e assim vou procurando informações sobre queijos tudo que acho de interessante que tenha uma boa informação eu trago para as paginas deste blog, pois sei que todos os visitantes são pessoas interessadas em queijos

Processo de cura

Como vimos anteriormente, há diversas opções de queijo.
De qualquer forma, para haver um processo de cura efetivo, é necessário que o queijo seja colocado em uma tábua ou vasilha que tenha a capacidade de absorver toda a água. Já existem, hoje em dia, caixas apropriadas para a cura do queijo. Nessas caixas, é possível observar que já está incluso as telas de proteção.
É importante observar que durante o processo de cuja, o queijo tem grande probabilidade de eliminar água e óleo. É preciso estar atento e enxugar esses resíduos. Virar o queijo a cada 12 horas também contribui para que ele cure de forme uniforme.

Como fazer o queijo meia cura em casa
Esse queijo não é tão fácil como parece, porém, é completamente possível fazerem em casa. Basta seguir atentamente o passo a passo e respeitar a quantidade de ingredientes.
Para começar, é necessário:
• 5 litros de leite;
• 1/5 de um copo de iogurte integral;
• Coalho líquido;
• Sal.

Vejam mais sobre fazer queijos em sobre queijos.
https://sobrequeijos.com/queijo-meia-cura/

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Receita de Queijo parmesão / origem ciência do leite

Creditos de Imagens: Serbiotrendies

Receita de Queijo parmesão

Procurando por receitas de queijos parmesão me deparei com site ciência do leite uma receita de queijo parmesão feita com 100 litros de leite e nesta receita mostra onde conseguir os ingredientes para tal aventuro.

Receita:

100 = Litros de leite

01 De fermento Tl4 para 100 litros de leite

40 – ML de cloreto de cálcio

6 – ML de coagulante super concentrado

10 – GR de lipase

Modo preparo

Utilizar leite pasteurizado, ou cru de boa qualidade, com teor de gordura entre 2 a 2,5%.

Adicione o fermento lático termofilico a base de L. helveticus ou de S.Thermophillus a L. Bulgaricus, Ricaferm TL4. Deixe ativando por no mínimo 30 minutos. Passados os 30 minutos, adicione o cloreto de cálcio (leite for pasteurizado). A adição de lipase (de cabrito ou ovelha) é recomendável quando se deseja uma formação mais rápida a intensa do gosto picante no Parmesão. Adicione o coagulante por último. Coagule o leite a 32 a 35°C e mantenha em descanso por 20 a 30 minutos, até a coalhada.

Após a coagulação, corte a massa lentamente até a obtenção de grãos de cerca de 0,3 cm de aresta (grão de arroz). A acidez do soro deve ser de cerca 2/3 da acidez do leite no momento da coagulação.

Obs.: Para o Parmesão é fundamental que o corte seja feito rapidamente, de maneira a obter-se um grão extremamente pequeno a que se secará rapidamente durante a fabricação. Para tanto, a técnica tradicional italiana recomenda que se coagule rapidamente (em cerca de 15 minutos), ou seja, tão logo após se inicie a coagulação do leite. A perda de gordura no soro é pequena, porque o leite é semidesnatado e o efeito residual do coalho no queijo é mínimo, devido à alta temperatura (50 a 53°C) de cozimento da massa.

Agitar lentamente por cerca de 10 minutos. Inicie o aquecimento indireto (com vapor na camisa do tanque) até a temperatura final de 50 a 53°C. O aquecimento deve ser realizado em duas etapas, uma primeira mais lenta (1°C a cada 2 min.) até a temperatura de 43 a 44°C a uma segunda mais rápida (1°C por minuto) até a temperatura final. Continue a mexedura até a obtenção do ponto (de 60 a 70 minutos após o corte).

O tempo total de mexedura pode variar bastante, em função da evolução da acidez, da temperatura final escolhida a do teor de umidade desejado no produto acabado. A acidez do soro no é cerca de 2 a 3°D superior àquela registrada no corte. Quando der o ponto da massa, que é verificado apertando a massa, junt

Saiba mais em = https://cienciadoleite.com.br/noticia/1864/queijo-parmesao–tecnologia-industrial

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Estufas cura matura envelhece queijos / estufas para queijos artesanais

Você produtor de queijos artesanais e queira trabalhar com queijos maturados temos ferramentas certas para você. Estas ferramentas são estufas apropriadas para maturação de queijos tanto queijos meia cura como queijo frescos. Ferramentas para maturar de um ate vinte quatro queijos, ferramentas que facilitam o trabalho ao lidar com secagem de queijos, são estufas apropriadas para armazenar queijos enformados aqueles que soltam muito soro muita água.

Nesta as prateleiras tem um leve caimento que capita toda água que sai do queijo e a conduz por frisos feitos em torno dela levando a uma saída onde e jogado em um condutor que recebe os líquidos de todas as prateleiras e o conduz a um recipiente um balde ou outro recipiente qualquer no fundo da estufa.

Este tipo de estufa toda telada facilita muito o lidar com os queijos poupando tempo e evitando sujeira em seu espaço de trabalho.

https://criandofazendoarte.com/produto/estufa-grande-para-queijos/

Esta são as estufas para maturação de queijos

Estufa para um Queijo.

Esta estufa e para uso caseiro apropriada para um casa que uma ou duas pessoas gostam de queijo e não tem o costume de comer queijo todos os dias ou ao contrario gostam de comer queijos todos os dias mais querem trabalhar em um queijo especial mais envelhecido.

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Estufa para dois queijos

Esta estufa tem a mesma serventia que a decima só que com dois queijos. Esta também e um modelo de estufa caseira para uso familiar nela se consegue maturar dois queijos meia cura.

Estufa para três queijos.

Esta também e da linha de estufas caseiras. Com capacidade de maturar três queijos meia cura com ela você pode manter sempre um queijo envelhecido despontável para saborear e deixar um deles envelhecer por meses e meses o transformando em um saboroso queijo parmesão.

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Estufa para seis queijos

Esta estufa e uma estufa que pode ser usada da mesma forma que a decima curtir três dos seis queijos para consumo mais rápido e deixar os outro maturar por um longo tempo de oito a um ano o transformando em um queijo verdadeiramente maturado envelhecido.

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Estufa para nove queijos.

Esta estufa já considero uma estufa para trabalho, para quem esta começando a trabalhar com queijos e pretende trabalhar com queijos maturados, envelhecidos. Com três prateleiras cabendo três queijos de17 centímetros de diâmetro com uma boa folga entre eles.

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Estufa para maturar doze queijos.

Esta estufa e uma estufa de trabalho ela tem quatro prateleiras frisadas e nelas cabem com folga três queijos em cada uma juntando bem eles cabem ate mais falando dos queijos de quatorze e dezessete centímetros de diâmetros. Esta e uma estufa apropriada para queijos meia cura e não os enformados que expelem muito soro, muita água.

Estas são as estufas que criando fazendo arte tem para oferecer a todos que trabalham com queijos ou gosta de maturar seus próprios queijos. Somos a melhor opção para pequenos e médios produtores de queijo artesanais, nossas estufas são do tamanho certo para serem movidas de um lado pro outro a procura de um local com boa ventilação, pois para uma boa maturação de queijos e preciso que eles fiquem em lugares bem ventilados.

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Processo de maturação de queijos

confesso que não entendo nada sobre fabricação de queijos mais entendo a respeito de estufas para maturar queijos, pois fabrico alguns modelos de estufas apropriadas para ajudar na maturação de queijos que são feitas em madeira pinus. Estas estufas são produtos rústicos, produtos para maturar queijos artesanais ideais para pequenos produtores de queijos ou comerciantes que trabalhem com queijos e estejam pensando em trabalhar com queijos envelhecidos.

O processo de maturação de queijos requer uma ferramenta como essas estufas que produzo, pois nelas o queijo esta totalmente protegidos quanto a qualquer tipo insetos e por ser toda telada em sua volta o ar circulo em torno de todos os queijos favorecendo uma boa secagem dos mesmos.

Por fabricar estufas para maturação de queijos passei a me interessar por queijos, saber como produzi-los qual a maneira certa de produzir um bom queijo, como maturá-lo, qual o processo correto de maturação de queijos em fim comecei a pesquisar na enternete sites e blogs que falem sobre queijos.

Minha intenção alem de aprender e também de passar informações a respeito para todos que chegarem ate meu site minha loja de estufas e todo tipo de produto ligado a queijos.

Minhas primeiras pesquisas foram direcionadas a Embrapa na parte de queijos como fazê-los e como curti-los , maturá-los.

Trouce para o blog da loja algumas boas informações sobre este tema, pois a Embrapa e uma verdadeira escola em pesquisas e desenvolvimento de qualquer tipo de produto, pois são anos de estudos e pesquisas para chegar a um bom produto e por conta disso postei alguns trabalhos desenvolvidos pela Embrapa sobre queijos como produzi-los e maturá-los.

A finalidade deste Blog e passar todo tipo de informação que encontrar sobre queijos, como fazê-los quais as melhores maneiras de se produzir um bom queijo e também como maturá-los, qual e a melhor maneira o jeito mais correto de produzir um bom queijo maturado, qual a ferramenta que e preciso para trabalhar os queijos em maturação que no caso são as estufas.

Para grandes produções de queijos se constrói grandes estufas com sistema de ventilação artificial que mantêm sempre uma temperatura ideal para determinado queijo, mais para pequenos produtores temos estufas ideais para pequenas quantidade de queijos, tanto estufa par secagem de queijos como para maturar queijos.

Vejam este modelo de estufa para doze queijos

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Este outro para nove queijos

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E mais esse modelo para três queijos

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E já estamos trabalhando em uma nova estufa que sua base com pés tem capacidade para doze queijos o diferencial desta estufa além dos pés e que nela pode se acrescentar módulos a aumentando de acordo com sua necessidade, tanto pra sima como pôs lados.

Voltando aos queijos saiba um pouco mais sobre eles visitando

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Queijo artesanal caprino maturado

Queijo artesanal caprino maturado e defumado adicionado de cultura lática probiótica

Luiz Eduardo Laguna, médico-veterinário e zootecnista, mestre em Tecnologia de Alimentos, pesquisador da Embrapa Caprinos e Ovinos, Sobral, CE Karina Maria Olbrich dos Santos, engenheira de alimentos, doutora em Ciência da Nutrição, pesquisadora da Embrapa Agroindústria de Alimentos, Rio de Janeiro, RJ Samuel Carneiro de Barcelos, tecnólogo de alimentos, mestre em Tecnologia de Alimentos, bolsista da Embrapa Caprinos e Ovinos, Sobral, CE Hévila Oliveira Salles, médica-veterinária, doutora em Bioquímica, pesquisadora da Embrapa Caprinos e Ovinos, Sobral, CE Antônio Silvio do Egito, médico-veterinário e farmacêutico, doutor em Bioquímica, pesquisador da Embrapa Caprinos e Ovinos, Núcleo Nordeste, Campina Grande, PB

Introdução Diferentes alimentos têm sido desenvolvidos a partir de leite de cabra em consonância com a atual tendência de alimentação saudável (Olalla et al., 2009), entre os quais se destacam produtos adicionados de bactérias probióticas. Os probióticos são definidos como “micro-organismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefícios para a saúde do hospedeiro” (Hill et al., 2014). A condição para garantir ao consumidor que um produto seja probiótico, é a quantidade de micro-organismos presentes no alimento. Conforme estabelece a legislação internacional para alimentos probióticos (Champagne et al., 2011; Tripathi; Giri, 2014), os alimentos declarados como probióticos devem apresentar uma quantidade mínima de células viáveis da cepa declarada como probiótica, entre 106 a 108 Unidades Formadoras de Colônias (UFC).g-1 ou 108 a 1010 UFC por porção de consumo diário recomendado, durante todo o período de estocagem do produto.

Por isso, é imprescindível o desenvolvimento de processos tecnológicos adequados, que ofereçam boas condições de desenvolvimento, multiplicação e manutenção da viabilidade do probiótico durante toda a vida de prateleira do produto, como também, que preservem os atributos do alimento até o consumo. O queijo artesanal caprino, maturado e defumado poderá ser um alimento adequado para veicular probióticos, pois queijos possuem certas vantagens, como transportador de probióticos em comparação com produtos lácteos 3 fermentados mais ácidos, como o iogurte.

Ele oferece condições que, minimizam os efeitos do ambiente ácido no trato gastrointestinal, criando, assim, um ambiente mais favorável para a sobrevivência dos probióticos (Karimi et al., 2012). O objetivo do trabalho foi obter um queijo artesanal caprino em escala laboratorial, adicionado de cultura probiótica de Lactobacillus rhamnosus, por meio de um processo tecnológico capaz de manter a sua viabilidade durante o processo de fabricação, defumação a frio, maturação e armazenamento do produto adequado. Recomendações Para a obtenção de um produto

Continue lendo

https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/210103/1/CNPC-2019-Cot197.pdf

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Falando de queijos / repassando Informação Emprapa.

Determinação do período mínimo de maturação para garantir a segurança microbiológica e a qualidade do Queijo Minas Artesanal do Serro

  1. Os queijos artesanais produzidos a partir de leite cru são produtos únicos em relação ao sabor, aroma e textura devido à microbiota endógena presente em cada um deles. Porém, para garantir a segurança microbiológica destes queijos é fundamental a utilização de leite de boa qualidade, além de processar os mesmo de acordo com as Boas Práticas de Fabricação.

  2. A manutenção de um padrão de qualidade constante em queijos é complexa devido às condições de processamento e às variações tanto na composição quanto na qualidade do leite. No Brasil, dentre os queijos artesanais, os que mais se destacam são de Minas Gerais, que tem tradição e experiência na arte de processar queijos. Em 2008, o “Modo Artesanal de Fazer Queijo de Minas” da região do Serro foi reconhecido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como um Patrimônio Cultural do Brasil e foi registrado no Livro dos Saberes, devido à importância histórica.
  3. E em 2011, o Queijo Minas Artesanal (QMA) do Serro obteve a Indicação Geográfica (IG) do INPI (Instituto Nacional de Proteção Intelectual). Devido ao fato do QMA do Serro ser produzido com leite cru e utilizar o “pingo” que é um soro fermento, ele tem uma microbiota característica que confere atributos sensoriais únicos ao produto; porém, sempre é possível a presença de microrganismos indesejáveis/patogênicos.

  4. O objetivo desta pesquisa é recomendar um período mínimo de maturação do QMA do Serro produzido e maturado nas condições preconizadas pela legislação vigente para assegurar a segurança microbiológica e qualidade. Esta pesquisa está sendo conduzida em seis propriedades produtoras de QMA do município do Serro, avaliando também como as condições climáticas das diferentes épocas do ano influenciam a maturação dos queijos.

  5. Esta pesquisa está sendo liderada pela Embrapa Agroindústria de Alimentos com auxilio dos seguintes parceiros: Embrapa Gado de Leite, Embrapa Gado de Corte, IMA, LANAGRO, UFVJM (Universidade Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri) e UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).


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Procurando por estufas para maturação de queijos você encontra aqui em Criando Fazendo Arte / Produtos Criativos /. Estufas para maturação de queijos só oferecemos produtos relacionados a queijos e somos únicos com vários modelos e tamanhos de estufas em madeira. Temos estufas para uso caseiro com espaço para um queijo, como temos para dois queijos e uma um pouco maior para três queijos estas são estufas para quem gosta de queijos maturados, envelhecidos e preferem curtir seus próprios queijos. Para quem trabalha com queijos temos vários modelos de estufas que vai de seis queijos a vinte e cinco queijos . Estufa cura matura envelhece queijos um produto Criando Fazendo Arte / Estufa para maturação de queijos veja aqui em

https://criandofazendoarte.com
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Pudim de queijo três maneira de fazer

Pudim de queijo

Ingrediente = 450 grs. De açúcar; três colheres das de sopa de manteiga; uma xícara bem cheia de queijo de Minas ralado uma de farinha de trigo; seis ovos.

Modo de preparo = Faça com o açúcar uma calda em ponto de juntar e, enquanto estiver quente, misture a manteiga. Deixe esfriar e só então junte as gemas, o queijo ralado e a farinha de trigo. Misture tudo muito bem e junte em seguida as claras em neve. Torne a misturar tudo e despeje numa forma bem untada de manteiga levando-a ao forno. Desenforme depois de frio.

Pudim de queijo

Ingrediente = Cinco ovos; dez colheres de queijo ralado; três xícaras das de chá de açúcar; duas colheres de farinha de trigo; um copo de leite.

Modo de preparar = Bata os ovos muito bem, separadamente as gemas das claras. Misture o queijo com os ovos, o açúcar, farinha de trigo, o leite. Cozinhe em banho maria, de pois de ter untado a forma com calda levemente queimada.

Pudim de queijo

Ingrediente = 450grs. De açúcar; doze ovos; um prato de queijo ralado; uma colherinha de manteiga.

Modo de preparo = Bata primeiro as claras em neve. Depois junte o açúcar e as gemas e bata com para pão de lo adicionando depois o queijo e por último a manteiga. Leve ao forno quente em forma untada de manteiga.

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Queijo Minas Frescal / Repassando Informação

Autor(es): Fernando Teixeira Silva
Queijo Minas Frescal

O queijo é definido como um concentrado proteico-gorduroso, e a sua obtenção é feita mediante a coagulação do leite e posterior retirada do soro. São inúmeras as variedades de queijo disponíveis no Brasil, entretanto, entre os mais consumidos estão o Minas Frescal, o Mussarela, o Prato e o Parmesão.

O processo de fabricação de queijos não dispensa a habilidade do manipulador para que bons produtos sejam obtidos. Dentre os queijos citados, o Minas Frescal é o que apresenta processo de produção mais simples.

O leite, após pasteurizado, recebe a adição de cloreto de cálcio, que repõe o cálcio que ficou indisponível durante o tratamento térmico. Este procedimento é necessário para que ocorra a coagulação da caseína (proteína do queijo). Em algumas empresas, existe o hábito de não pasteurizar o leite, ação não recomendada devido às exigências sanitárias.

Na etapa seguinte, é adicionado o fermento, que são as bactérias que promovem entre outros aspectos a formação de sabor nos queijos. Como ultima etapa, é adicionado o coalho (enzima que promove a coagulação do leite). A fonte tradicional desta enzima é abomazo, nome dado ao quarto estômago de bovinos. Entretanto, com o crescimento da produção mundial de queijos, outras fontes foram desenvolvidas, como o coalho obtido de micro-organismos.

Após adicionar o coalho, o leite fica em repouso pelo período médio de 40 minutos até a massa atingir o ponto de corte. Nesta fase, através de instrumentos denominados liras, é feito o corte em cubos ou grãos para promover a dessoragem da massa. Para auxiliar esta etapa, é feita a agitação.

Ao atingir o ponto final de dessoragem, a massa é colocada em formas onde a dessoragem é complementada. A salga é realizada sobre o queijo enformado ou pela mistura do sal na massa antes de enformar. Ao final do processo, os queijos são embalados em embalagens plásticas e armazenados sob refrigeração.

A seguir são apresentadas as principais diferenças dos queijos Prato, Mussarela, Provolone e Parmesão em relação ao processamento do queijo Minas Frescal.

Queijo Prato. Saiba tudo sobre queijos e os melhores para falar e ensinar tudo relacionado a fabricação de queijos são os técnicos da Embrapa saiba mais através no link a baixo.

https://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/tecnologia_de_alimentos/arvore/CONT000girl7f3902wx5ok05vadr1r72tozg.html

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Como fazer queijo Mussarela

Definição do produto O queijo mussarela encontra-se entre os queijos mais consumidos no Brasil, por conta do grande consumo de pizza. O formato tradicional desse queijo é o paralelepípedo, entretanto, outras formas também podem ser encontradas, como bolinha, palito e nozinho, utilizados no consumo de mesa. É um queijo de massa filada, macio e relativamente úmido. O queijo acabado apresenta, em média, a seguinte composição: 43% a 46% de umidade; 22% a 24% de gordura; teor de sal variando entre 1,6% a 1,8%; e pH entre 5,1 e 5,3.

Esta pagina tem por finalidade repassar conhecimento quando se fala em queijos e um assunto que muito interessa a ( Criando Fazendo Arte ) ,pois este domínio sustenta o site, a loja ( Estuga para maturação de queijos ) onde você encontra uma variedade de estufas próprias para a maturação de queijos. Temos estufas de vários tamanhos tanto para uso caseiro como para produção de queijos maturados para vendas. https://criandofazendoarte.com e o caminho que conduz na direção destas estufas de que falo. Trabalhando na produção de estufas tudo relacionado a queijos nos envolve e por conta disso esta pagina foi criada no blog da loja. Nela você ira aprender no passo a passo como fazer queijo mussarela.

Aprenda de maneira certa como fazer queijo mussarela a Embrapa por intermédio de seus engenheiros de produção muito tem a nos ensinar, ensinar a você que esta pensando em começar a produzir queijos para serem comercializados.

Quer aprender o caminho esta logo a baixo basta crica no link.

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